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Saúde

Sexualidade no Casamento

by Clube da TPM 7. February 2012 09:45

Sexualidade não se resume a sexo, engloba afeto, carinho e troca, muito importantes na manutenção do casamento. Para que a união dê certo e a questão da sexualidade seja bem resolvida, é preciso compreender as diferenças existentes entre o homem e a mulher, como o tipo de orientação que, culturalmente, cada um recebe antes de subir ao altar.

Enquanto o homem é preparado para proporcionar prazer, a mulher é orientada para cuidar de alguém. Essa divergência pode interferir na vida sexual do casal. A comum frase feminina "Eu te amo, apenas não estou com vontade de transar com você" pode ser interpretada como uma rejeição pelo homem, pois ele sente sua masculinidade ferida.

 Antes de saber como enfrentar esse dilema conjugal, é importante entender as fases pelas quais passa o casamento e os motivos que levam à redução do interesse por sexo. A primeira fase, que dura em torno de dois a três anos, é a da paixão e do endeusamento, em que os defeitos do amado são ignorados ou minimizados.

O momento seguinte é a crise de conhecimento. Os defeitos começam a ser enxergados e passam a incomodar. Nessa fase, é necessário aprender a respeitar as diferenças, ao invés de gastar tempo e energia tentando mudar o outro. Passada a crise, a relação amadurece e entra na fase do companheirismo, de fazer projetos para o futuro, como o de constituir uma família.

A chegada dos filhos pode se tornar uma ameaça para a preservação da vida íntima do casal. A esposa tem que conciliar a jornada de trabalho com a de mãe, o que muitas vezes a deixa cansada para o sexo. Viagens e passeios de final de semana devem incluir as crianças, que precisam da atenção dos pais. Drible a falta de tempo deixando os filhos com a babá ou com alguém da família, assim o casal poderá curtir um programa a dois. Também vale a pena ir ao motel, uma boa maneira de sair da rotina.

 A transição dos filhos para a adolescência motiva outro período crítico no casamento, pois os pais podem divergir na forma de conduzir a educação. O confronto de ideias não pode distanciar o casal, é preciso que os dois dialoguem e busquem a unidade para conseguir orientar os filhos.

 Superados esses desafios, o tempo traz ao casamento um amor maduro, sustentado pelo companheirismo e respeito. Tais virtudes são fundamentais para manter um relacionamento longo e garantir sexo com qualidade, não quantidade. O abraço, o sorriso e o namoro devem sempre ser cultivados, possibilitando vários "recasamentos". 

 

Fonte: Dra. Glene Rodrigues - http://bbel.uol.com.br/comportamento/post/sexualidade-no-casamento/page2.aspx

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Saúde

Menstruação Abundante. Você têm este problema? Saiba o que fazer.

by Clube da TPM 6. February 2012 12:51

Casos de menstruação abundante ocorrem com uma freqüência maior do que se imagina. Cerca de 20 a 25% das mulheres apresentam este problema.

Mas como saber se o seu fluxo menstrual é realmente abundante? Cada mulher apresenta particularidades quanto à sua menstruação – quanto tempo dura, quão abundante é – a definição de “normal” é muito ampla quando falamos de ciclo menstrual. A definição médica para menstruação abundante é àquela cujo fluxo menstrual ultrapassa 80 ml durante um ciclo menstrual. Em termos práticos pode-se dizer que uma menstruação abundante é aquele cuja duração ultrapassa 7 dias ou então quando são necessários mais de 10 absorventes por dia para que o sangramento seja contido.

Existem diversas formas de tratar os casos de menstruação abundante, porém, antes de iniciar qualquer tratamento é necessário descobrir qual a causa deste sangramento excessivo. Dentre as várias causas da menstruação abundante estão: infecções, desequilíbrios hormonais, pólipos uterinos, dentre outras.

Para cada causa há um esquema terapêutico diferente, o qual pode fazer uso de diferentes medicamentos de forma isolada ou então combinados. É altamente aconselhável que qualquer mulher que apresente alterações na duração, freqüência ou volume da menstruação consulte um médico ginecologista para que um exame clínico mais específico seja efetuado, pois somente após a realização deste é que poderá ser definido o tratamento mais adequado.

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Saúde

Alimentos X Síndrome do Ovário Policístico (SOP)

by Clube da TPM 2. February 2012 16:04

 

A SOP é um distúrbio que se manifesta de diversas formas. A presença de amenorréia (ausência de menstruação por mais de três ciclos ou seis meses), de hirsutismo (aparecimentos de pêlos mais grossos em locais dependentes da ação de andrógenos como o tórax, o queixo, entre o nariz e o lábio superior, o abdome inferior e as coxas) e o aumento dos ovários ocorrem somente nos casos avançados. As mulheres afetadas têm sintomas de aumento de andrógenos (hormônios masculinizantes), irregularidades menstruais e amenorréia. A síndrome se inicia na puberdade e é progressiva.

 

As mulheres que já foram diagnosticadas com Síndrome do Ovário Policístico (SOP) têm uma maior incidência de desenvolverem a síndrome metabólica, que consiste na associação de níveis elevados de colesterol e triglicerídeos, com resistência a insulina e ainda obesidade.

 

Pensando nisso, para não agravar nenhuma delas, deve-se evitar aqueles alimentos que aumentam a insulina, ou seja, os carboidratos refinados, além de leite e derivados. Uma dieta rica em gorduras saturada também dificulta a expressão dos receptores de insulina, agravando ainda mais um dos casos.

 

Uma das conseqüências da SOP não tratada é a infertilidade. Para minimizar esse risco, é recomendado consumir diariamente alimentos fontes de inositol, como feijão branco, lentilha, levedo de cerveja.

 

Alguns minerais como cromo, zinco e magnésio não podem faltar. Coma brócolis, nozes e vegetais folhosos.

 

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Saúde

Saiba como lidar com a mania de comer para aliviar problemas emocionais.

by Clube da TPM 2. February 2012 08:42

Para quem não resiste e devora o prato cheio de sua comida favorita é difícil entender como alguém consegue parar ao primeiro sinal de saciedade. Comer só quando estiver com fome, sem extrapolar nas quantidades, é a receita para não engordar. Mas como fazer quando a comida domina sua vida?

É comum ouvir a expressão “cabeça de gordo” quando se fala de hábitos e pensamentos que levam ao comer compulsivo, por hábito ou para descarregar as emoções. “Muitas pessoas fazem dieta a vida inteira e depois voltam a engordar. O problema é que a causa do ganho de peso não foi cortada, mas sim seu efeito, apenas com redução das calorias consumidas”, diz o neuropsiquiatra Sidney Chioro.

Médicos concordam que a má relação com a comida é uma das causas da obesidade. “O excesso de dietas pode ser resultado de não se trabalhar os comportamentos. Nossa sociedade dá muita importância para a questão da alimentação, para a magreza. Isso gera um comportamento obsessivo com a comida. Uma mente gorda pode existir em alguém que não come, mas só pensa em comida”, explica o psiquiatra argentino Maximo Ravenna.

Pare um minuto e pense: você costuma comer sem saber o motivo, apenas porque não tem nada o que fazer, ou porque está ansioso ou triste?

“O estresse, a baixa autoestima, a depressão, a perda de interesse e prazer em situações cotidianas e a ansiedade são manifestações psicológicas desencadeadoras da obesidade”, acrescenta Luciana Ferreira Ângelo, responsável pelo departamento de psicologia da Sociedade Brasileira de Hipertensão.

Já o psiquiatra Adriano Segal, coordenador do Departamento de Psiquiatria da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso), afirma que a obesidade é uma doença grave e que a sua incidência não pode ser vista como uma consequência de aspectos psicológicos. “Dá trabalho, mas o fato é que a quantidade de comida tem que ser igual ou menor ao que a pessoa gasta. Se for maior, é suficiente para ganhar peso. Independente de quanto você come”.

Apesar dos cuidados, especialistas ensinam que também é importante encarar a alimentação como algo natural, prazeroso e saudável, em vez de encará-la como uma solução para problemas, principalmente emocionais.

A psicanalista inglesa Susie Orbach aconselha, em seu livro “Sobre a comida: reaprenda a comer e mude sua vida”, a descobrir por que você come quando não está com fome. Esta é uma das chaves para ter o peso adequado. Ela também indica só comer quando estiver com fome, comer o alimento pelo qual seu corpo sente fome (sem restrições que só acabam aumentando a vontade de comer), saborear cada bocado e sentir seu gosto, e parar de comer no instante que identificar que seu organismo já está saciado.

Desordem no organismo

O comer errado leva a uma desorganização de todo o organismo. “O impulso de comer leva a pessoa comer do jeito que engorda. Aí, então, ela não forma saliva e secreções digestivas suficientes. Todo o aparelho digestivo passa a funcionar errado”, explica o Chioro, que aplica uma técnica de projeções para superar a compulsão por comida.

Ravenna, que também tem uma técnica própria para combater o comer emocional, aponta que o paladar se acostuma e vira “dependente” de certos tipos de alimentos. “Estudos comprovam que alimentos calóricos têm um poder muito forte no cérebro, similar ao das drogas, o que favorece o vício e um comportamento obsessivo. Uma pessoa que bombardeia seu corpo durante muito tempo com comidas calóricas gera um condicionamento dos neurotransmissores. Aí, ela perde a noção do que é a fome”.

“Eliminei 33 kg apenas prestando mais atenção nas minhas ansiedades. Identificando o que queria no momento em que atacava a comida. Sem saber por quê, eu acabava indo para a geladeira”, relata a veterinária Janaína Santos.

Segundo Chioro, se a pessoa comer pela fome biológica, controlada pelo hipotálamo, ela vai ser magra. O problema é quando o sistema límbico entra em ação na formação das emoções, que desde cedo são atreladas à alimentação.

“As pessoas aprendem a relacionar a comida como algo de bom que ela está se dando, um presente. As emoções devem ser trabalhadas como emoções e não descontadas na alimentação, que tem outra função biológica”, diz Ângelo.

E o problema aparece quando isto passa a ser um hábito, destaca o argentino. Lembra do copo de água com açúcar para acalmar ou do delicioso bolo da vovó? O doce passa a ser visto como algo que acalma, reconforta e é a ele que você vai recorrer quando estiver mal. Ou vai comer tanto bolo na busca daquela sensação boa que você tinha quando era criança.

Triste porque está gordo, gordo porque está triste

Este é um bordão de Ravenna. Ele diz que a pessoa come para se acalmar ou porque está triste e acaba engordando, e aí come mais ainda porque sua autoimagem é prejudicada, o que diminui a autoestima. O primeiro passo para sair deste ciclo é pensar na função da comida em sua vida. Ela está suprindo a fome ou algum outro problema? “É comum as pessoas escolherem alguns alimentos e abusarem apenas deles como chocolate, pizza ou refrigerante. Elas acreditam que só aquele alimento as podem tranqüilizar”, lembra a psicóloga.

Tirar da comida o foco da sua vida e questionar hábitos também ajudam. “A comida para o obeso passa a ser um tema sempre presente nas conversas. Você pode estar preocupado com o que comer ou que não deve comer, mas sua vida acaba se baseando apenas nisso, em pensamentos reiterados sobre comida”, alerta Ravenna.

Adailton Sparaviezi sabe bem o que é isso. “Eu ia ao cinema e não pensava no filme que ia ver, só queria saber da pipoca e da coca-cola”, conta o ex-obeso que emagreceu 45 kg em 2 anos com o método de Chioro. Ele diz que as principais lições foram identificar quando estava saciado e parar de comer e quando estava comendo por hábito e não por fome.

Alguma mudança em seu cardápio? Sim, o churrasco. “Antes eu não comia para não engordar, agora eu sei que eu posso comer um pouco que não tem problema”.

Fonte: UOL Saúde

 

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Geral | Saúde

O que é Endometriose?

by Clube da TPM 1. February 2012 15:32

 

A Endometriose é a presença do endométrio - tecido que reveste o interior do útero – fora da cavidade uterina, ou seja, em outras partes do útero ou em outros órgãos da pelve: trompas, ovários, intestinos, bexiga.  

A Endometriose é dolorosa, pois mesmo se localizando na parte externa do útero, sofre a influência das oscilações hormonais. Isso significa que, os focos de endometriose sangram todo mês durante o seu período menstrual, mas o sangue não tem para onde ir. Além de ser dolorosa, a endometriose, também, pode tornar difícil a gravidez – uma condição conhecida como infertilidade.

 Embora você possa nunca ter ouvido falar dela, considera-se que a endometriose afete uma em cada dez mulheres em idade reprodutiva. A endometriose é freqüentemente diagnosticada pelos médicos durante exame ginecológico, procedimento cirúrgico ou na realização de exames de investigação de infertilidade. Para cada cinco mulheres que estejam tendo dificuldade para engravidar, duas têm endometriose. Caso sua mãe ou irmãs sofram de endometriose, é sete vezes maior a chance de você também ter esse problema. Infelizmente, muitas mulheres “sofrem em silêncio”, acreditando que seus sintomas sejam normais. Outras não apresentam sintomas.

 Embora ninguém saiba ao certo como a endometriose ocorre, há duas teorias prováveis para seu desenvolvimento:

1)   pedaços do tecido que reveste o útero, ao se desprenderem durante a menstruação, vão para o exterior do útero pelas tubas uterinas,

2)   áreas de células no exterior do útero transformam-se em áreas de endometriose sob a influência das oscilações hormonais do ciclo menstrual.

A endometriose não é uma doença transmissível e não há como prevenir seu aparecimento.

O sintoma mais comum causado pela endometiose é a dor. Esta ocorre, em geral, na parte inferior do abdômen e na pelve e pode fazer com que a relação sexual seja dolorosa. A dor começa, com freqüência, antes do início da menstruação, tornando-se progressivamente maior até o início do sangramento, diminuindo, gradativamente, após.

Se a endometriose estiver localizada na bexiga ou no intestino, pode causar sintomas urinários ou intestinais durante a menstruação, como por exemplo, dor ao urinar, ou diarréia.

A dor crônica pode levar a problemas como cansaço, perda do sono, alterações de humor, depressão, tensão pré-menstrual e dor lombar.

O diagnóstico é feito por uma operação que se chama laparoscopia, que permite ao médico examinar a parte externa do útero, e os órgãos circunvizinhos a ele.

A endometriose é freqüentemente encontrada em mulheres que não tenham obtido sucesso em engravidar.

 

Fonte: Associação Brasileira de Endometriose

 

 

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Saúde

Câncer de Mama - Previna-se!

by Clube da TPM 1. February 2012 11:58

Segundo tipo mais frequente no mundo, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano. Se diagnosticado e tratado oportunamente, o prognóstico é relativamente bom.

No Brasil, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estádios avançados. Na população mundial, a sobrevida média após cinco anos é de 61%.

Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta faixa etária sua incidência cresce rápida e progressivamente. Estatísticas indicam aumento de sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nas décadas de 60 e 70 registrou-se um aumento de 10 vezes nas taxas de incidência ajustadas por idade nos Registros de Câncer de Base Populacional de diversos continentes.  

Estimativa de novos casos: 49.240 (2010)

Número de mortes: 11.860, sendo 11.735 mulheres e 125 homens (2008)

Prevenção

Evitar a obesidade, através de dieta equilibrada e prática regular de exercícios físicos, é uma recomendação básica para prevenir o câncer de mama, já que o excesso de peso aumenta o risco de desenvolver a doença. A ingestão de álcool, mesmo em quantidade moderada, é contra-indicada, pois é fator de risco para esse tipo de tumor, assim como a exposição a radiações ionizantes em idade inferior aos 35 anos.

Ainda não há certeza da associação do uso de pílulas anticoncepcionais com o aumento do risco para o câncer de mama. Podem estar mais predispostas a ter a doença mulheres que usaram contraceptivos orais de dosagens elevadas de estrogênio, que fizeram uso da medicação por longo período e as que usaram anticoncepcional em idade precoce, antes da primeira gravidez.

A prevenção primária dessa neoplasia ainda não é totalmente possível devido à variação dos fatores de risco e as características genéticas que estão envolvidas na sua etiologia.

Autoexame das Mamas

O INCA não estimula o autoexame das mamas como método isolado de detecção precoce do câncer de mama. A recomendação é que o exame das mamas pela própria mulher faça parte das ações de educação para a saúde que contemplem o conhecimento do próprio corpo.

Evidências científicas sugerem que o autoexame das mamas não é eficiente para a detecção precoce e não contribui para a redução da mortalidade por câncer de mama. Além disso, traz consequências negativas, como aumento do número de biópsias de lesões benignas, falsa sensação de segurança nos exames falsamente negativos e impacto psicológico negativo nos exames falsamente positivos.

Portanto, o exame das mamas feito pela própria mulher não substitui o exame físico realizado por profissional de saúde (médico ou enfermeiro) qualificado  para essa atividade.

Sintomas

Podem surgir alterações na pele que recobre a mama, como abaulamentos ou retrações, inclusive no mamilo, ou aspecto semelhante a casca de laranja. Secreção no mamilo também é um sinal de alerta. O sintoma do câncer palpável é o nódulo (caroço) no seio, acompanhado ou não de dor mamária. Podem também surgir nódulos palpáveis na axila.

Detecção Precoce

Embora a hereditariedade seja responsável por apenas 10% do total de casos, mulheres com história familiar de câncer de mama, especialmente se uma ou mais parentes de primeiro grau (mãe ou irmãs) foram acometidas antes dos 50 anos, apresentam maior risco de desenvolver a doença.

Esse grupo deve ser acompanhado por médico a partir dos 35 anos. É o profissional de saúde quem vai decidir quais exames a paciente deverá fazer. Primeira menstruação precoce, menopausa tardia (após os 50 anos), primeira gravidez após os 30 anos e não ter tido filhos também constituem fatores de risco para o câncer de mama.

Mulheres que se encaixem nesses perfis também devem buscar orientação médica. As formas mais eficazes para a detecção precoce do câncer de mama são o exame clínico e a mamografia.

Exame Clínico das Mamas (ECM)

Quando realizado por um médico ou enfermeira treinados, pode detectar tumor de até 1 (um) centímetro, se superficial. Deve ser feito uma vez por ano pelas mulheres entre 40 e 49 anos.

Mamografia
A mamografia (radiografia da mama) permite a detecção precoce do câncer, ao mostrar lesões em fase inicial, muito pequenas (medindo milímetros). Deve ser realizada a cada dois anos por mulheres entre 50 e 69 anos, ou segundo recomendação médica.

 

É realizada em um aparelho de raio X apropriado, chamado mamógrafo. Nele, a mama é comprimida de forma a fornecer melhores imagens, e, portanto, melhor capacidade de diagnóstico. O desconforto provocado é suportável.

 

Lei 11.664, de 2008

Ao estabelecer que todas as mulheres têm direito à mamografia a partir dos 40 anos, a Lei 11.664/2008 que entrou em vigor em 29 de abril de 2009 reafirma o que já é estabelecido pelos princípios do Sistema Único de Saúde. Embora tenha suscitado interpretações divergentes, o texto não altera as recomendações de faixa etária para rastreamento de mulheres saudáveis: dos 50 aos 69 anos.

 FONTE: INCA - CÂNCER

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Saúde

Tudo sobre o HPV

by Clube da TPM 31. January 2012 16:44

O que é?

O papilomavírus humano não é apenas um vírus, mas uma família inteira deles – são aproximadamente 150 tipos. Algumas versões, que não necessariamente são transmitidas sexualmente, causam verrugas na palma das mãos e na planta dos pés. “Outras levam a uma lesão precursora de câncer na região genital”, diz o dermatologista Hélio Miot, da Universidade Estadual Paulista, em Botucatu. E são esses últimos tipinhos, com predileção pelas partes baixas, os mais preocupantes. “Hoje o HPV é a principal doença viral transmitida pelo sexo. E ele está envolvido em praticamente todos os casos desse tumor”, afirma Luisa Lina Villa, diretora do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer, em São Paulo. Se isso parece não ter nada a ver com você, saiba que oito entre dez mulheres sexualmente ativas contraem pelo menos um tipo do papiloma ao longo da vida.

Além do útero Os tipos mais perigosos, chamados de alto risco, podem estar relacionados, em menor freqüência, a tumores de ânus, pênis, vulva, boca e até faringe.

Formas de contágio.

O contato sexual é a maneira mais comum de contágio. E bastante atenção: inclua aí preliminares e sexo oral. Basta o reles atrito com a mucosa infectada, da mão, da boca ou dos genitais, para o vírus fazer mais uma vítima. “Entre uma e três relações sexuais sem penetração é o suficiente para se contaminar”, alerta Luisa Lina Villa. Repetindo: sem penetração. Toalhas, roupas e superfícies como a tábua do vaso sanitário também favorecem a transmissão do vírus. Mas a contaminação por objetos, embora possível, é raríssima.

Prevenção

Algumas medidas são indispensáveis para fugir da cilada do HPV: evitar ter vários parceiros e usar camisinha. Ela só não garante 100% de proteção porque não cobre toda a superfície de contágio.

Mas, para os especialistas, de longe a arma mais eficiente contra o HPV é a vacinação, hoje recomendada para meninas e jovens de 9 a 26 anos. São três doses – cada uma custa em torno de 400 reais – e o ideal seria que elas fossem tomadas antes mesmo da iniciação sexual, quando ainda não houve contato com o vírus. A eficácia da vacina é alta: 95% de sucesso no combate aos principais causadores de câncer e, no caso da quadrivalente, proteção também contra os que mais provocam verruga genital. Ou seja, é muito provável que,
em breve, ela também seja aplicada nesses públicos.

Tratamento

Entre as opções de tratamento estão laser, substâncias químicas, bisturi elétrico, cremes e pomadas cicatrizantes. E quem já cuidou de uma lesão por HPV sabe que é preciso paciência para dar fim ao problema. As verrugas, por exemplo, são tremendamente persistentes. Agora, se você acabou de

 

descobrir que está entre as vítimas do vírus não deve se desespere. “Hoje existe o domínio total sobre o diagnóstico e o tratamento do HPV”, garante o ginecologista Rogério Ramires, do Femme Laboratório da Mulher, em São Paulo. Segundo o médico, tão importante quanto tratar a lesão é avaliar aspectos emocionais e imunológicos da paciente. Quer dizer: estresse, má alimentação e poucas horas de sono são grandes empecilhos para quem está em tratamento. O cigarro, não custa lembrar, deixa as defesas do corpo mais fracas, permitindo que o vírus fique firme e forte no organismo por mais tempo.

Fonte: Revista Saúde.

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Saúde

Atenção mamães! Saibam todos os testes que o bebê precisa nos seis primeiros meses.

by Clube da TPM 31. January 2012 14:25

Teste do pezinho

A primeira medida na prevenção do bebê é tomada já na maternidade, durante o "teste do pezinho". Consiste na coleta de sangue do calcanhar do recém-nascido. Os serviços de saúde, públicos ou particulares, oferecem a triagem de três formas: básica, mais e super.

A triagem básica contém três diagnósticos: fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito e anemia falciforme. A fenilcetonúria é uma doença associada a excesso de um aminoácido no organismo do bebê e pode levar à deficiência mental. O mesmo vale para o hipotireoidismo, déficit na produção de hormônios na glândula tireoide.

O teste do pezinho "mais" oferece outras sete informações sobre possíveis doenças como toxoplasmose congênita e deficiência de G6PD, enzima que protege os glóbulos vermelhos contra oxidação.

Com o teste "super", o organismo do bebê é analisado na detecção de 46 patologias, entre doenças relacionadas ao nível de aminoácido no corpo, defeitos no metabolismo de ácidos graxos (gorduras) e excesso de ésteres nas mitocôndrias. Tanto o exame "mais" quanto o "super" costumam ser oferecidos por serviços mais especializados, entre eles o da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE).

"Este teste, obrigatório, precisa ser feito antes de três meses, para que as doenças que ele detecta sejam ainda reversíveis", explica Moises.

Teste do olhinho

O teste do olhinho também é feito na maternidade. Durante o exame, um feixe de luz é lançado nos olhos do recém-nascido de forma inofensiva. Caso o reflexo seja vermelho, como é comum em fotografias tiradas com flash, o olho é sadio.

Se o resultado for branco, o bebê pode ter catarata congênita, uma doença que afeta o cristalino do olho, estrutura vital para o foco e visualização correta das imagens lançadas na retina.

Teste da orelhinha

Um fone de ouvido é colocado nas orelhas do bebê durante 5 e 10 minutos, enquanto a criança dorme. Estímulos sonoros são emitidos e a captação de eco produz um gráfico em computador. O médico analisa esses dados e verifica se o recém-nascido apresenta problemas como surdez e otite secretora.

"Muitas crianças que são diagnosticadas com transtorno de distúrbio de atenção e hiperatividade podem, na verdade, apresentar um defeito de audição e, consequentemente, na fala", afirma Moises. Segundo o médico, o ideal é que o exame seja feito, no máximo, até o terceiro dia de vida.

 

Vacinação

O diagnóstico possível por meio das triagens deve ser acompanhado pela vacinação do bebê, que é definida por calendário da Sociedade Brasileira de Pediatria, sempre com a consulta do médico que cuida do recém-nascido.

Confira abaixo tabela de vacinação recomendada pelo Ministério da Saúde em 2004, com complementações da Sociedade Brasileira de Pediatria, em 2008. Os dados compreendem apenas os seis primeiros meses de vida.

Idade

Vacinas

Doses

Doenças combatidas

Ao nascer

BCG-ID

Dose única

Tuberculose

Hepatite B

1ª dose (de 3)

Hepatite B

1º mês

Hepatite B

2ª dose (de 3)

Hepatite B

2º mês

Sabin

1ª dose (de 3)

Paralisia infantil

Tríplice

1ª dose (de 3)

Difteria, tétano e coqueluche

Haemophilus

1ª dose (de 3)

Meningite e outras infecções provocadas pelo Haemophilus b

Pneumo conjugada

1ª dose (de 3)

Meningite e outras infecções provocadas pelo Pneumococo

Rotavírus

1ª dose (de 2)

Gastroenterocolite provocada pelo Rotavírus

3 meses

Meningite C

1ª dose (de 3)

Meningite provocada pelo Meningococo C

4 meses

Sabin

2ª dose (de 3)

Paralisia infantil

Tríplice

2ª dose (de 3)

Difteria, tétano e coqueluche

Haemophilus

2ª dose (de 3)

Meningite e outras infecções provocadas pelo Haemophilus b

Pneumo conjugada

2ª dose (de 3)

Meningite e outras infecções provocadas pelo Pneumococo

Rotavírus

2ª dose (de 2)

Gastroenterocolite provocada pelo Rotavírus

5 meses

Meningite C

2ª dose (de 3)

Meningite provocada pelo Meningococo C

6 meses

Sabin

3ª dose (de 3)

Paralisia infantil

Tríplice

3ª dose (de 3)

Difteria, tétano e coqueluche

Haemophilus

3ª dose (de 3)

Meningite e outras infecções provocadas pelo Haemophilus b

Hepatite B

3ª dose (de 3)

Hepatite B

Pneumo conjugada

3ª dose (de 3)

Meningite e outras infecções provocadas pelo Pneumococo

Influenza

1ª dose (de 2)

Gripe provocada pelos vírus Influenza e Parainfluenza

 

Fonte: G1

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